Olá, eu sou Aisi Medeiros, fundadora da clínica de estética Drenesse, onde nos dedicamos a cuidar da saúde e beleza da sua pele com procedimentos como limpeza de pele, peeling e microagulhamento.
Hoje, quero conversar com você sobre um tema muito comum e que gera muitas dúvidas: o melasma. Vamos explorar juntos o que é, suas causas, tipos e os principais sintomas.
Afinal, compreender melhor essa condição é o primeiro passo para cuidar bem da pele.
O que é melasma?
Melasma é uma condição de pele caracterizada pelo aparecimento de manchas escuras, geralmente em tons de marrom ou cinza, que surgem principalmente no rosto.
Embora possa afetar homens, é mais comum em mulheres, especialmente durante a idade fértil. As áreas mais frequentemente acometidas incluem as bochechas, testa, nariz, lábio superior e queixo.
Essa alteração ocorre devido ao aumento da produção de melanina, o pigmento que dá cor à nossa pele. Contudo, nem sempre o excesso de melanina é o único fator envolvido. O melasma é multifatorial e sua origem pode estar relacionada a uma combinação de elementos internos e externos.
Quais são as causas do melasma?
Como mencionei, o melasma é uma condição complexa que pode ser desencadeada por vários fatores. Vamos entender os principais:
1. Exposição solar
A radiação ultravioleta é um dos maiores vilões para quem sofre com melasma. A luz solar estimula os melanócitos (as células que produzem melanina) a trabalharem em excesso, intensificando as manchas. Por isso, é crucial o uso de protetor solar diariamente, mesmo em dias nublados ou dentro de ambientes fechados.
2. Alteranções hormonais
Mudanças hormonais são uma causa significativa. Mulheres que utilizam anticoncepcionais ou que estão grávidas (condição conhecida como cloasma ou “máscara da gravidez”) estão mais propensas a desenvolver melasma devido ao desequilíbrio hormonal.
3. Genética
A predisposição genética também desempenha um papel importante. Se você tem histórico familiar de melasma, as chances de desenvolvê-lo são maiores.
4. Uso de cosméticos inadequados
Produtos com substâncias irritantes ou que deixam a pele sensibilizada podem piorar ou desencadear o quadro. É essencial usar apenas produtos indicados por profissionais especializados.
5. Estresse e inflamação
O estresse crônico e processos inflamatórios também são considerados agravantes. Eles estimulam a produção de hormônios que podem impactar negativamente a pele.
Quais os tipos de melasma?
O melasma pode se apresentar de diferentes formas, dependendo da profundidade em que o excesso de melanina se acumula. Os principais tipos são:
1. Epidérmico
Nesse tipo, a melanina se acumula na camada superficial da pele, a epiderme. Ele é mais fácil de tratar, pois responde bem a tratamentos como peeling e microagulhamento. As manchas costumam ter contornos bem definidos.
2. Dérmico
Aqui, o pigmento está localizado em camadas mais profundas, o que torna o tratamento mais desafiador. As manchas têm bordas difusas e a coloração pode variar de marrom-acinzentado a azulada.
3. Misto
Como o próprio nome sugere, é uma combinação dos dois tipos anteriores, com melanina tanto na epiderme quanto na derme. Esse é o tipo mais comum e exige tratamentos mais personalizados.
Principais sintomas do melasma
O principal sintoma é o aparecimento de manchas escuras e simétricas. Mas existem outros aspectos que vale destacar:
- Manchas em áreas expostas ao sol: O rosto é o local mais afetado, mas o melasma também pode surgir em outras áreas expostas, como colo e braços.
- Ausência de coceira ou dor: Diferentemente de outras condições de pele, o melasma geralmente não causa sintomas como dor ou desconforto físico.
- Pigmentação que piora com o tempo: Sem os devidos cuidados, as manchas podem se tornar mais escuras e difíceis de tratar.
Como cuidar e tratar o melasma?
O cuidado e tratamento do melasma exigem uma combinação de estratégias preventivas e terapêuticas personalizadas. O uso de protetor solar é indispensável para prevenir o agravamento das manchas, sendo necessário reaplicá-lo ao longo do dia, mesmo em ambientes internos.
Tratamentos como o peeling químico podem ser eficazes para remover camadas superficiais da pele e estimular a renovação celular, enquanto o microagulhamento atua na produção de colágeno, ajudando a melhorar a aparência das manchas, especialmente nos casos mais superficiais.
Além disso, o uso de produtos tópicos com ativos como ácido tranexâmico, hidroquinona e vitamina C, sempre sob orientação profissional, pode potencializar os resultados no clareamento da pele.
Na Drenesse, acreditamos que cada pele é única, e por isso oferecemos uma avaliação personalizada para entender as necessidades específicas de cada paciente e definir o melhor plano de tratamento. Essa abordagem individualizada é essencial para alcançar resultados eficazes e promover a saúde e a beleza da pele de forma duradoura.
Conclusão
Entender o melasma é o primeiro passo para cuidar da sua pele com confiança e eficiência. Embora não exista uma cura definitiva, é possível controlá-lo e melhorar significativamente a aparência das manchas com os tratamentos certos.
Na Drenesse, estamos prontos para te ajudar nessa jornada, oferecendo soluções eficazes e personalizadas.
Se você tem melasma ou conhece alguém que enfrenta essa condição, entre em contato com a gente. Vamos trabalhar juntos para realçar o que há de mais bonito em você: a confiança e a saúde da sua pele!